Onde Comprar cosmeticos Bobbi Brown em Miami?

Onde comprar Bobbi Brown em Miami foi elaborado por Vejamiami, para auxiliar os Brasileiros a encontrarem a famosa marca de cosméticos em Miami.

Bobbi Brown é a marca de cosméticos desenvolvida pela Maquiadora Bobbi Brown, que  tem vários anos de experiência como maquiadora.

Por isso, Bobbi resolveu investir na sua própria marca, desenvolvendo produtos de longa duração, para as mulheres que trabalham tanto na TV, quanto as demais que têm pouco tempo para refazer a maquiagem.

Os produtos são incríveis. A qualidade é ótima e os preços são acessíveis.

O conjunto da foto, o Rose Gold Set, U$ 85,00 dólares é vendido online no site da Bobbi Brown e apenas na Neiman Marcus, ambos os sites,  infelizmente não entregam no Brasil.

Quem vier para Miami pode encomendar pelo site ou ir à loja da Neiman Marcus.

 Endereços Eletrônicos:
Bobbi Brown: www.bobbibrown.com
Bloomingdales: www.bloomingadales.com
Macy´s: www.macys.com
Neinman Marcus: www.neimanmarcus.com
Sephora: www.sephora.com
Vejamiami: www.vejamiami.com
 
Onde Comprar Bobbi Brown em Miami -Endereços das Lojas:
Macy´s em Miami:
Macy’s Aventura Womens
19535 Biscayne Blvd.
Aventura, FL 33180
Tel. 305-682-3300
Obs: A Macy´s no Aventura tem duas lojas no Shopping. A Macy´s feminina fica no meio do Shopping, perto da Tag Heuer e das outras lojas de relógio. Já a Macy´s masculina fica próxima da loja da Apple, em uma das extremidades do Shoppping.
Macy’s South Beach
1675 Meridian Ave.
Miami Beach, FL 33139
Tel. 305-674-6300
Bloomingdales em Miami:
Aventura Mall
19555 Biscayne Boulevard
Aventura, FL 33180
Tel. 305-792-1000
Outlet Dolphin Mall
11401 NW 12th Street
Miami, FL 33172
Tel. 305-597-2080
The Falls Mall
8778 SW 136th Street
Miami, FL 33176
Tel. 305-252-6300
Sephora em Miami:
Miami, South Beach
721 Collins Avenue
Miami, FL 33139
Cross-Streets: On Collins Avenue, between 7th and 8th streets
Tel. (305) 532-0904
Neiman Marcus:
Aventura Mall
19535 Biscayne Blvd.
Aventura, FL 33180
 

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Onde comprar brinquedos para criancas em Miami?

Onde comprar brinquedos em Miami é uma pergunta frequente, que o Vejamiami recebe por email, quase todos os dias.

Se você estiver buscando lojas para os pimpolhos, Vejamiami traz várias dicas para os Brasileiros economizarem nas compras nesta semana.

As lojas Toys”R”us e Babies”R”us, estão com a promoção compre um ganhe outro em vários brinquedos para crianças, durante esta semana apenas.

Pois, então, a promoção acontecen entre os dias 1° e 7 de abril de 2012. É uma semana apenas, mas vale a pena.

Quem não gosta de comprar um e ganhar outro?

Os brinquedos Fisher-Price são desenvolvidos especialmente para estimular o desenvolvimento dos infantes. Bem coloridos, e, com vários modelos, não tem uma crianças que não fique encantada com as opções que os brinquedos oferecem.

É um investimento que vale a pena, para quem tem filhos pequenos. Serão horas de entretenimento e diversão para as crianças, e, por consequencias, horas de relaxamento para os pais.

Para as meninas há bonecas das Disney, as princesas, na promoção compre uma ganhe outra. Para quem precisa levar lembrancinhas para afilhadas, sobrinhas e filhas de amigas esta é uma ótima promoção.

Os brinquedos da Vtech, que em sua maioria são eletrônicos e estimulam a percepção da criança, entram na promoção do compre um leve outro de graça.

Haja mala para levar tanto brinquedo de volta para o Brasil. Ai que delícia comprar em Miami ;)

Os endereços da loja Toys R Us e Babies R Us em Miami:

BABIES”R”US – AVENTURA [6510]2745 NE 193RD STREET AVENTURA FL 33180 Tel: (305)705-9893

TOYS”R”US – NORTH MIAMI BEACH [8709]551 N. E. 167TH STREET NORTH MIAMI BEACH FL 33162 Tel: (305)653-8697

TOYS”R”US – MIAMI [8707]1645 NORTHWEST 107TH AV MIAMI FL 33172 Tel: (305)593-1517

Outlet- TOYS”R”US – MIAMI [7264]2209 SW 37TH AVENUE MIAMI FL 33145 Tel: (305)444-0343

Vejamiami: Guia de Compras em Miami – http://www.vejamiami.com

Toys”R”us: www.toysrus.com

Babies”R”us: www.babiesrus.com

Imagens: Reprodução lojas Babies R us e Toys R Us.

Onde comprar em Miami: Compras Miami

Vejamiami Email: contato@vejamiami.com Twitter:@Vejamiami Curta a nossa página no Facebook:www.facebook.com/Vejamiami

 

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Brasileiros invadem mercado imobiliario de luxo em Miami

Alguns chegam a comprar propriedades na cidade do sul da Flórida que custam a partir de um milhão de dólares

Miami, nos EUA, é uma das cidades que poderá perder mais de um décimo do território até 2100Em Miami, 40% das propriedades vendidas a clientes do exterior são para brasileiros (Stockbyte)

“Boom” imobiliário no Brasil e valorização do real ante o dólar ajudam a explicar o fenômeno.

A disparada de preços das propriedades no Brasil e o aumento de quase 40% do real contra o dólar desde 2009 provocaram uma verdadeira febre entre os endinheirados do país: comprar condomínios de luxo em Miami. O frenesi incentiva o ainda abatido mercado imobiliário da Flórida, e o setor financeiro de Miami. O bairro Brickell, por exemplo, já é apelidado por alguns como o “Brickellcinho” pelo português que é ouvido nas áreas comuns dos condomínios.

Ainda há imóveis em Miami que podem ser encontrados por menos de 300 mil dólares. No entanto, há brasileiros comprando em dinheiro também apartamentos em Sunny Isles, Bal Harbour e Hollywood – o famoso corredor das praias do sul da Flórida, onde as propriedades têm uma base mínima de um milhão de dólares.

“Miami exerce um novo fascínio com os brasileiros, mas acredito que esta tendência começou há dois anos”, disse Geane Brito, corretora imobiliária para vendas internacionais do Chariff Realty Group em Miami. Brito, responsável por atender os compradores brasileiros, afirma que graças “à força do real, não apenas estão comprando apartamentos de forma maciça. Compram tudo!”, disse a especialista em bens imóveis.

Trump Hollywood, o mais recente condomínio de luxo em frente ao mar em Hollywood Beach, ao nordeste de Miami Beach, esteve a ponto de ser um “elefante branco” após a crise imobiliária em 2006. Mas, desde o relançamento das vendas, em janeiro de 2011, os apartamentos vão para as mãos de brasileiros, canadenses e mexicanos que aproveitam a força de suas moedas.

“No Brasil não há nada tão completo, com tantos serviços para os proprietários e, sobretudo, com esta segurança”, explicaram Ariel e Neide Lenharo, um casal de aposentados de São Paulo que fez fortuna no ramo de implantes odontológicos.

O casal viajou em setembro para ver este condomínio. “Viemos de férias, nos encantou e o compramos; pedimos que fosse com tudo o que tinha no apartamento modelo”, disse Neide Lenharo pouco depois de assinar seu título de propriedade na Flórida. O casal pagou de uma vez só 1,9 milhão de dólares por 300 metros quadrados de luxo. ”Pedimos decorado, então diminuíram cerca de 100 mil dólares”, disse a mulher, repousando em uma espreguiçadeira com vista para o mar, onde os proprietários têm serviços com tudo incluído, como um hotel cinco estrelas.

Neste complexo de 200 unidades – que já vendeu mais da metade delas –, os proprietários pagam pelo menos 1.500 dólares mensais de gastos comuns para manter uma adega para suas coleções particulares de vinhos, cozinha comum com café da manhã todas as manhãs e até um salão para fumar e uma tabacaria.

Popularidade da Flórida – Segundo a Associação Nacional de Corretores Imobiliários (NAR, em inglês), a Flórida é a região mais popular nos Estados Unidos para compradores estrangeiros (com 22%), seguida pela Califórnia (12%) e Arizona (11%).

Apenas em Miami, 80% das propriedades são vendidas a clientes do exterior que buscam suas casas de veraneio, e ao menos 40% deles são brasileiros, segundo as casas de bens imóveis mais importantes do condado de Miami Dade. Antes do boom do real, cerca de 300 mil brasileiros viviam na Flórida.

“Os canadenses são nossos melhores clientes, mas, nos últimos anos, nos beneficiamos da melhoria das condições econômicas na América do Sul e na América Central”, disse Greg Freedman, sócio de BH3, o novo proprietário e construtor da Trump Hollywood. Freedman citou entre seus melhores compradores brasileiros, mexicanos, venezuelanos e colombianos.

Novo perfil dos compradores – Daniella e Alejandro Vasconcellos, um casal carioca de cerca de 35 anos, simboliza o novo perfil dos compradores brasileiros em Miami: profissionais de classe média que, em uma boa jogada e como trabalhadores em seus países, podem hoje em dia adquirir uma propriedade em Miami como investimento. ”Já não são apenas os ricos latinos que investem. Os preços das casas nos Estados Unidos continuam deprimidos, mas esta crise irá passar”, disse Vasconcellos, que neste ano comprou um apartamento em Brickell.

Para Jeremy Green, do Benchmark Realty Group, que afirma trabalhar 99% para clientes brasileiros em Miami, “estas pessoas estão fazendo os investimentos de sua vida ao vender ativos caros no Brasil e vir comprar em um mercado deprimido”. A boa fase do país espalha-se para todos os setores. Não apenas as agências imobiliárias destinam funcionários bilingues em português, mas também proliferam lojas com bandeira brasileira nas vitrines em sinal de que há consumidores. E na recente edição da feira de arte contemporânea Art Basel, os brasileiros destacaram-se entre os melhores compradores.

O Brasil tem um imposto de importação sobre a arte de quase 40%. “Eles vêm a Miami ou Nova York, compram suas propriedades e colocam a arte nas paredes. Isto é fantástico para nós”, disse ao jornal El Nuevo Herald Gary Nader, proprietário de uma galeria local.

Turismo – No turismo neste ano, os brasileiros também levaram o troféu dos mais consumistas na Flórida, ao gastarem entre janeiro e junho 1 bilhão de dólares no estado: 61% a mais que no ano passado, segundo o governo estatal.

(Com Agence France-Press)

Fonte: Revista Veja ( Economia 09/12/2011 )

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É um bom investimento comprar imóveis em Miami?

Consultor internacional Marcelo Sicoli responde se vale mais comprar para vender e lucrar ou ter um imóvel na famosa praia americana

Após a crise gerada por créditos imobiliários nos EUA, os preços dos imóveis baixaram. Com o dólar barato, fica a dúvida: será que vale a pena investir no mercado imobiliário estrangeiro? O consultor internacional Marcelo Sicoli, gerente-executivo da Enter-Brazil tira suas dúvidas sobre compra de imóveis em Miami. Confira o artigo

Miami Beach
Miami Beach

Com o real mantendo desde 2004 sua força frente ao dólar, cada vez mais brasileiros se organizam para visitar os EUA. Em 2010, mais de 1,2 milhão de brasileiros visitaram o país, injetando US$5,9 bilhões naquela economia. Hoje, viajar para os EUA custa às vezes mais barato do que se aventurar dentro do Brasil, tendo em vista o custo reduzido das passagens aéreas, aluguéis de automóveis, gasolina, sem falar nas diversas mercadorias como óculos, relógios, calçados, roupas de grife, material esportivo, eletrônicos e perfumes que custam de metade até um quinto do preço do encontrado nos shopping centers brasileiros. Ou seja, uma sessão de compras em Orlando ou Miami já compensa facilmente o investimento feito em passagens e hospedagem, fora a viagem em si, que, para a maioria, não se restringe a compras.

Visando criar bases em território americano, um público mais restrito de brasileiros de alta renda tem investido fortemente no mercado imobiliário, comprando casas e apartamentos de valores que variam de US$ 100 mil a US$ 5 milhões, especialmente em Miami e outras cidades da Flórida, onde se fala amplamente espanhol. Em doze meses, a Associação de Corretores de Imóveis da Flórida informa que os brasileiros foram o terceiro mais significativo grupo de estrangeiros a investir em Miami, tendo comprado 9% dos imóveis vendidos, ficando atrás apenas de venezuelanos e canadenses. Segundo a Bloomberg , brasileiros compraram mais de 50% dos imóveis acima de US$ 500 mil em Downtown Miami e quase metade dos acima de US$ 1 milhão em Miami Beach.

Fica no ar a pergunta: É um bom investimento comprar imóveis em Miami?

Após a crise financeira de 2008, que teve como principal propulsor os créditos de risco do segmento imobiliário, os imóveis que estavam com preços inflados se encontram com descontos de cerca de 30% em relação à máxima histórica observada em 2006, segundo o S P/Case-Shiller Home Price Indexes – índice que mede a variação dos preços dos imóveis em 20 grandes cidades americanas.

Pontos a se considerar:
a) Nos EUA, as taxas de juros estão em torno de 5% ao ano para financiamento imobiliário, enquanto no Brasil em cerca de 11%. Uma aplicação financeira conservadora gerou retornos de aproximadamente 10% ao ano no Brasil em 2010. Por exemplo: Fundo DI Private-Banco do Brasil (9,82%), Votorantim Banks Crédito Privado (10,75%), Bradesco Private Crédito Rating (9,95%) e XP Investor Crédito Privado (10,68%). Neste sentido, o que compensa é tomar empréstimo nos EUA e deixar o dinheiro aplicado no Brasil.

b)Com a economia ainda evoluindo abaixo do esperado, é provável que os preços dos imóveis reajustados para baixo permanecerão neste mesmo patamar nos próximos anos, ou seja, não se observará o que se viu no Brasil em 2010, com a valorização de 25% em um ano em imóveis de várias cidades.

c) A perspectiva de desvalorização do real frente ao dólar, pelo menos até o final de 2012, apontada por projeções, não deverá sofrer mudanças significativas. Ou seja, as oscilações serão muito pequenas (perto de 5%). Assim, um ganho ou uma perda cambial são pouco prováveis.

d) O imposto sobre propriedades na cidade de Miami (2% ao ano) acaba sendo um custo indireto significativo na manutenção do mesmo (muitas vezes não considerado pelo comprador). A cifra (2%) também incide na transferência de imóveis (o nosso ITBI).

e) Retorno sobre aluguéis residenciais manterão os mesmos padrões vistos no Brasil, ao redor de 0,5% ao mês. Segundo a consultoria Trulia, Miami é uma cidade onde se compensa mais comprar um imóvel do que alugar, se considerando uma permanência de médio prazo. Outros fatores, no entanto, podem levar a uma busca maior por aluguéis, como pessoas sem limite de crédito para novos financiamentos, os que se sentem ainda inseguros sobre o futuro da economia para fazer um novo investimento com baixa liquidez, entre outros motivos.

f) Os novos empreendimentos em Miami são arranha-céus com mais de 70 andares. Neles, em um único prédio encontram-se configurações diversas (5 por andar, 4 por andar, 2 por andar, duplex com dois por andar, duplex com 3 por andar, etc). Desta forma, seu vizinho de prédio, que também frequenta as cinematográficas áreas comuns e de lazer, pode ter pago até 10 vezes mais para morar no mesmo endereço.

g) Os corretores de imóveis e imobiliárias na Flórida recebem comissões no mesmo patamar de seus pares no Brasil. No entanto, uma busca simples no Google por “imóveis em Miami” gera mais de 1,2 milhões de resultados, ou seja, há uma oferta tão grande de prestadores de serviços (e de imóveis disponíveis) que achar o melhor consultor e o melhor empreendimento certamente é uma tarefa bastante dispendiosa.

h) Alguns edifícios têm um padrão de qualidade, acabamento e sofisticação tão elevados que se torna difícil compará-los com imóveis brasileiros. No entanto, de forma geral, os preços do metro quadrado em Miami são mais baixos que em São Paulo (capital financeira do Brasil, com donos de grandes empresas e altos-executivos com elevadíssimo poder de compra) e próximos aos encontrados em Brasília (maior renda per capita do Brasil, com forte classe média), vide tabela abaixo.

tabela de valorização de imóveis
A tabela usa exemplos de condomínios nos bairros citados. As informações foram obtidas junto a vendedores autorizados/Wimoveis/Buscaimoveis pelo autor do artigo

 

 

Fonte: Revista Pense Imoveis ( Direitos Autorais Marcelo Francisco )

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Miami,uai

Fonte: www.revistaviverbrasil.com.br

Com pouquinho de exagero, é possível dizer que uma nova comunidade de mineiros está se formando na América do Norte, em especial, em uma beiradinha dos Estados Unidos: Miami, estado da Flórida, no sul do país. São empresários e profissionais liberais que estão comprando apartamentos de alto luxo em condomínios, de frente para a praia, com serviços sofisticados à disposição. Eles aproveitam a maré baixa nos Estados Unidos para adquirir alguns dos milhares de imóveis oferecidos a preços compatíveis ou inferiores aos de mesmo perfil de Belo Horizonte.

Se quiser comprar um imóvel de padrão médio na capital mineira hoje, o interessado terá de desembolsar cerca de 7 mil reais por metro quadrado. Pelo mesmo valor, ele compra um apartamento de alto luxo em Miami. Este cenário favorável leva mais e mais brasileiros – e mineiros – a comprar imóveis na cidade norte-americana. Com tanta demanda por compradores e ofertas de imóveis nos Estados Unidos, há imobiliárias brasileiras que estão investindo no negócio.

reprodução
reprodução

A história com Miami, para o empresário Anuar Donato, dono da Anuar Donato Consultoria Imobiliária, começou com um interesse particular. Há cerca de um ano, ele alugou um imóvel na cidade da Flórida, como experiência, para lazer, por ser uma cidade agradável, bonita e segura para passeios. Além disso, a cotação do dólar, que está em baixa, e as facilidades de voos, diretos ou não, ajudaram na decisão. O empresário gostou da experiência e, neste ano, teve a oportunidade de adquirir um apartamento no mesmo condomínio em que alugava uma unidade, no Williams Island. Depois, fez parceria com a Fortune, imobiliária de grande porte dos Estados Unidos, e, agora, também comercializa imóveis em Miami.

“Foi uma opção de lazer que está se transformando em possibilidade de negócios futuros”, diz Donato. Segundo ele, há interessados de todas as partes do Brasil e aproximadamente 25% das vendas de imóveis em Miami atualmente são para brasileiros. Ele observa que o procedimento para aquisição do bem é simples. Em um prazo de 15 a 30 dias, o comprador resolve a pendência. Não é necessário ter todo o dinheiro para pagamento à vista. As condições de financiamento lá também são atrativas. O comprador pode dar sinal de 30% e quitar o restante em até 30 anos.

JADEOCEAN: condomínio de alto luxo em Miami
JADEOCEAN: condomínio de alto luxo em Miami

Com 200 mil dólares (cerca de 340 mil reais) é possível comprar um apartamento de bom padrão, de 150 metros quadrados, diz o empresário. Preços irresistíveis, condições de pagamento favoráveis, facilidade de transporte, clima bom – em Miami, faz sol quase o ano inteiro –, segurança, familiaridade do idioma – lá, há muitos hispânicos e brasileiros – e, claro, a beleza da praia são fatores que estão mesmo atraindo os brasileiros. Anuar Donato, por exemplo, diz que conhece umas 30 pessoas de Belo Horizonte que compraram apartamento na cidade nos últimos três anos.

Outra empresária que foi atraída para Miami por lazer e acabou entrando para a área de negócios é Clausy Soraya Rodrigues. “Tenho um filho de 11 anos e outro de 30. Tive a ideia de comprar um apartamento de praia para férias. No fim de ano, sempre ficava preocupada com estrada, assalto, tiro nas praias da Bahia e do Rio. Então, comprei em Miami. Para chegar lá, é apenas uma noite ruim de sono”, conta. A viagem de avião para a cidade norte-americana dura de 7h a 8h, a partir de Belo Horizonte, em voo direto. Além disso, conforme a empresária, o gasto com passagem é quase o mesmo de uma viagem para o Nordeste, por exemplo.

RODRIGO MASCARENHAS: preferência pelo aluguel
RODRIGO MASCARENHAS: preferência pelo aluguel

Como Clausy Soraya havia sido corretora por muito tempo, enxergou a possibilidade de negócios em Miami. “Vi uma gama de imóveis à venda e pensei: por que não trabalhar com Miami? Muitas pessoas deixam de comprar lá porque não têm informação sobre a queda dos valores por causa da crise nos Estados Unidos.” Segundo ela, há imóveis com desconto de 30% porque foram devolvidos pelos donos aos bancos, que abatem o valor do sinal que o ex-proprietário já havia pago. Além disso, os juros para financiamento são de menos de 5% ao ano.

Assim, a empresária, dona da Greatimpex, fez parceria com a Realtor Sales e a Piquet Realty para comercializar os imóveis disponíveis em Miami para brasileiros. Ela observa que todo o procedimento é legal e rápido. Com relação às taxas, Clausy Soraya observa que não são muito diferentes das praticadas no Brasil, só que com mais vantagens. O condomínio em um conjunto de luxo, com serviço de estacionamento, spa, piscinas e elevadores codificados, por exemplo, sai cerca de 400 dólares (680 reais). O apartamento da empresária fica no Icon Brickell, empreedimento de alto luxo, mas, segundo ela, há opções de todo tipo: dentro ou fora de condomínios, em importantes avenidas, de luxo, de padrão médio, para aluguel ou para venda. É só o cliente escolher.

ICON BRICKEL: até o 15º andar funciona um hotel cinco estrelas
ICON BRICKEL: até o 15º andar funciona um hotel cinco estrelas

A Piquet Realty, uma das empresas que fez parceria com Clausy Soares, é do empresário belo-horizontino Cristiano Piquet. Há 10 anos ele instalou a imobiliária em Miami. Hoje, o grupo Piquet Group tem nove empresas – do segmento imobiliário e de outros, como o automotivo. O sucesso no setor é tanto que ele recebeu, em 2009, o prêmio de melhor corretora da Flórida. Cristiano Piquet, sobrinho do ex-campeão mundial de Fórmula 1, Nelson Piquet, tem visto bem de perto a movimentação dos brasileiros em busca de imóveis na cidade norte-americana. Segundo o empresário, a procura aumentou a partir de 2008 e Minas tem grande fatia desse mercado. “Investir na América, hoje, é o mesmo que pagar seis e levar uma dúzia”, afirma Piquet.

Sem revelar números, o empresário diz que vendeu muitos imóveis para brasileiros em 2010. “Estou orgulhoso de ver o Brasil quebrando todos os recordes positivos”, afirma. Para ele, o que está influenciando a procura pelos bens em Miami é o fato de o paraíso (Miami) hoje já não ser mais tão caro. De acordo com Piquet, por 3,5 mil reais o metro quadrado, compra-se um bom imóvel na cidade da Flórida. “Pé na praia, custa 6,5 mil reais o metro quadrado”, diz. Além de vender unidades em Miami, o grupo Piquet tem serviços de assessoria para o brasileiro que precisa fazer a manutenção e pagar despesas, entre outros serviços. Também há parceria com a Artefato para que o comprador possa, no Brasil, fazer a escolha da decoração do apartamento ou casa nos Estados Unidos. “Ele escolhe e a gente entrega, sem custo adicional.”

CLAUSY SORAYA RODRIGUES: apartamento para passar férias em Miami
CLAUSY SORAYA RODRIGUES: apartamento para passar férias em Miami

Para aproveitar ainda mais o bom momento, a Piquet Realty está  fazendo outras parcerias no Brasil com interessados em divulgar as oportunidades em Miami. Um deles é o empresário Benito Porcaro, proprietário do Domus XX e atuante na área de eventos em Belo Horizonte. Ele foi a Miami para conhecer as possibilidades e acabou decidindo entrar para o negócio. “Conheço muita gente que tem apartamento lá. Por isso, meu interesse”, diz. Porcaro acrescenta que a tendência é que fique ainda mais atrativo ir para Miami por causa dos voos diretos e da queda no preço das passagens aéreas.

Situação provisória?

Um empresário de Belo Horizonte, que preferiu não ser identificado, conta que comprou apartamento em Miami porque estão muito baratos, mais que na capital mineira. “Miami é um paraíso! Falam portunhol, espanhol… é mais barato que ir para o Nordeste brasileiro. Muitos daqui estão indo para lá para montar enxoval”, diz. Para ele, a situação é provisória porque os Estados Unidos vão se recuperar da crise e, com isso, a valorização do dólar vai representar ganho para quem comprou imóvel no país norte-americano.

Mesmo com tantos atrativos favoráveis à compra de imóveis em Miami, há quem opte pelo aluguel. É o caso de Rodrigo Diniz Mascarenhas, ex-dono da RM Sistemas. A preferência pelo aluguel foi por critérios racionais. “Fiz as contas e vi que o rendimento que eu teria com o dinheiro (da compra) no banco seria maior que o aluguel que eu ia pagar”, observa. A despesa de Mascarenhas com o bem é de cerca de 7,5 mil dólares já incluso a taxa de condomínio. Ele conta que mora em um apartamento menor do que o que mantém em Miami, mas os valores dos dois são equivalentes. Mascarenhas está instalado também no Williams Island. “Parece Belo Horizonte. Tem umas 20 pessoas que eu conheço lá”, compara.

Divulgação
Divulgação

O momento é tão positivo que as imobiliárias norte-americanas estão de olho no mercado brasileiro para dar vazão às ofertas disponíveis. O gerente geral de vendas da Valore Imóveis, Matheus Beirão, conta que, há pouco mais de um mês, a empresa foi procurada pela Fortune para firmar parceria. Desde então, começaram a apresentar aos mineiros imóveis em Miami. “Não tem um dia que não recebo uma ligação de pessoa interessada”, diz. Inclusive, enquanto ele era entrevistado pela reportagem, recebeu o bilhete da secretária com o contato de uma pessoa que havia acabado de ligar, procurando informações. No final de novembro, a Valore vai levar grupo de pessoas a Miami. A possibilidade é de vender sete unidades.

Segundo ele, o público interessado é classe A, formado por empresários, advogados, médicos e outras categorias profissionais. Procuram tanto para lazer quanto para negócios. No grupo que Matheus Beirão está levando para Miami, há três amigos que pretendem comprar juntos como investimento. A imobiliária está com imóveis em quatro condomínios de luxo: Icon Brickell, Artech, Jadeocean e The Blue. Para dar uma ideia de como são esses lugares, ele exemplifica com o Icon Brickell, que tem três torres, sendo que a menor tem 50 andares. Até o 15º andar, funciona um hotel cinco estrelas e, com isso, os moradores do prédio têm direito de usar os serviços do estabelecimento. Uma das piscinas é mundialmente famosa pelo design. São dois restaurantes. No último andar da torre, há lounge, com restaurante, academia, piscina, spinning e professores. Outro detalhe é que o hall é decorado pela Fendi, famosa grife de artigos femininos.

Nesses condomínios de altíssimo luxo um apartamento de cem metros quadrados tem o mesmo valor de outro, do mesmo tamanho, em Belo Horizonte, cerca de 7 mil reais por metro quadrado. Nos quatro, é possível encontrar imóveis de 190 mil dólares, de 60 a 80 metros quadrados,  a 2 milhões de dólares, de 300 metros quadrados, no melhor lado do prédio, de frente para o mar, com janelas totalmente em vidro.

BENITO PORCARO com Cristiano Piquet: parceria
BENITO PORCARO com Cristiano Piquet: parceria

Beirão observa que de 20% a 30% dos compradores nesses quatro empreendimentos são brasileiros. Os imóveis, diz, estão a 50% do valor de lançamento. O que provocou toda essa desvalorização imobiliária, de acordo com o coordenador do curso de MBA em Gestão e Negócios Imobiliários e da Construção Civil da FGV/IBS, Pedro Seixas, foi a crise financeira de 2008. Ela fez com que os valores de imóveis nos EUA despencassem. O professor destaca que o custo do financiamento é outro fator que torna mais acessível o imóvel. “O mercado de lá oferece financiamentos para a compra por estrangeiros que cobrem entre 60% e 70% do valor do imóvel, com taxas de 5% ou 6% ao ano.”

Pedro Seixas também destaca que a análise da alternativa de investir em imóveis fora do país deve levar em consideração fatores como riscos da vriação cambial, eventual tributação adicional, legislação específica local e dificuldade de administrar os ativos à distância, entre outros.

Sobre os riscos, o professor acrescenta que toda forma de investimento que aposta na valorização futura do ativo, e não no seu potencial de geração de receita, está sujeita às variações de cenário. Por isso, toda decisão de aquisição deve ser feita considerando a localização e a qualidade do imóvel. “Antes de investir, é importante que o comprador conheça muito bem a região onde está colocando seu capital. É preciso estar muito bem informado sobre o potencial e as características do local do imóvel”, afirma. Por fim, destaca que o interessado deve levar em conta a necessidade de liquidez, atual e futura. Se a pessoa quer comprar para lazer, passeios, férias, Pedro Seixas acredita que também precisa avaliar bem, por causa dos custos de transporte e manutenção, que podem ser iguais ao de hospedagem em hotéis, “com a desvantagem de não ter a possibilidade de variar o destino”. Independentemente dos riscos e desvantagens, Miami é a bola da vez para os belo-horizontinos.

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ACCESSORIZE CATÁLOGO – PRIMAVERA VERÃO 2012 – TENDÊNCIAS

Fonte: http://desfilesdemoda.blogs

A Acessorize volta a deslumbrar em novo catálogo para a Primavera Verão 2012. A nova colecção está original, elegante e cheia de estilo. As tendências da moda estão bem presentes e o resultado só poderia ser o melhor.

 

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Brasileiros compram em Miami

A classe alta nacional leva seus dólares para o balneário da Flórida, onde adquire imóveis de alto padrão com preços até três vezes menores do que os do Rio de Janeiro e de São Paulo
Chris Delboni e Roberto Duarte (fotos), especial de Miami – Fonte: Revista “Isto é”

 

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LUXO
Geraldo Rodrigues: apartamento de US$ 650 mil
no exclusivo condomínio de Bristol Tower e Ferrari 599 GTB na garagem

Todas as manhãs, o empresário paulista Geraldo Rodrigues Jr., 47 anos, sai de sua casa, no exclusivo condomínio Bristol Tower, na ilha de Brickell Key, famosa pela vista fenomenal, e desliza sua Ferrari 599 GTB grafite ou sua Mercedes-Benz branca CLK 63 (Black Series, uma edição limitada com apenas 50 no mundo) pelas ruas de Miami até a sede de sua empresa, a ReUnion Sports & Marketing. Demora exatos quatro minutos. A rotina é recente – faz só três meses que ele se mudou para os Estados Unidos –, mas é tão boa que ele nem pensa em alterar. “Em São Paulo, eu levava uma hora e 40 minutos até o trabalho”, diz o empresário, iniciando o rosário de justificativas para mostrar as vantagens de viver ou ter um imóvel em Miami hoje em dia.

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INVASÃO
A corretora Yara Gouveia, da Elite
imobiliária: 70% dos clientes são brasileiros

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CONSUMO
Silmara Vilarinho: apartamento de quatro suítes
e vendedora exclusiva no shopping Dadeland

E elas realmente não são poucas. Além da queda do dólar e da crise financeira e imobiliária nos Estados Unidos, a desproporção de preços do sul da Flórida em relação aos do Brasil favorece ainda mais a compra de imóveis na localidade americana e a diversificação de capital. “Em uma área nobre aqui em Miami, comparável à dos Jardins, em São Paulo, o metro quadrado está em US$ 5 mil. No Brasil, em uma área equivalente, está em US$ 10 mil e no Rio de Janeiro, US$ 15 mil”, compara o brasileiro Leo Ickowicz, 62 anos, dono da respeitada imobiliária Elite International Realty, na cidade, com 45 corretores que trabalham praticamente só com estrangeiros, sendo 70% das vendas atuais para brasileiros.

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